CARIOCA

CARIOCA

O Rio de Janeiro, é fato, já foi melhor representado. Mas o que temos por ora é este comediante idiota, bobo de uma corte de dementes, colocado como um palhaço da tristeza para protagonizar um espetáculo lamentável, em frente ao Palácio da Alvorada.

Travestido de presidente da República, levado como um cão treinado por seu dono imbecil, este a quem chamam de Carioca macaqueou seu mestre e ofereceu bananas aos jornalistas – desta feita, in natura, claro, sob risos e selfies da claque de beócios mantida e alimentada pelo desgoverno de plantão, no local.

O mundo que nos vê deve estar acabando difícil de acreditar. Não na demência de Bolsonaro ou na parvoice do Carioca adestrado como um mico de realejo para subjugar a imprensa.

Difícil de acreditar que haja público e deleite nessas atitudes, que parte do povo brasileiro tenha perdido sua humanidade e seu senso de ridículo. Um povo que se alimenta, diariamente, de irracionalidade e ódio.

Carioca poderia ser paulista ou mineiro, tanto faz, ele não é nada. É só um artista decadente que colocou seu resto de talento a serviço de um tirano, e não é de hoje. No esgoto da Jovem Pan, ele é uma das principais estrelas.

Carioca é só o chorume que supura do lixo bolsonarista.

Ao menos, alguns jornalistas deram as costas e foram embora. Não deixa de ser alvissareiro. Mas, se voltarem, é porque merecem ser escada para os cariocas da vida.


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